| Curso | Mestrado em Engenharia Civil | ||
| Unidade Curricular |
Complementos de Análise Estrutural |
Obrigatória | |
| Opcional | x | ||
| Área Científica | Engenharia Civil | Classificação | E |
| Ano: 1º | Semestre: 1º | ECTS: 5 | Total de Horas: 135 | ||
| Horas de Contacto | T: 22,5 | TP: 22,5 | PL: | S: | OT: |
| Docente |
Paulo Jorge Henrique Mendes |
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T - Teórica; TP - Teórico-prática; PL - Prática Laboratorial; S - Seminário; OT - Orientação Tutorial.
- Objectivos de aprendizagem (conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes)
1. Apresentação e discussão do método dos deslocamentos utilizando a formulação matricial, para análise de estruturas reticuladas planas e tridimensionais em regime linear, estudo desta formulação matricial do ponto de vista da sua aplicação prática, nomeadamente no que se refere à sua implementação e utilização no cálculo automático de estruturas.
2. Determinação de linhas de influência com vista à sua aplicação a estruturas do tipo pórtico. Análise de algumas questões regulamentares associadas.
3. Desenvolver competências que permitam efectuar uma análise plástica simplificada de estruturas de engenharia civil.
- Conteúdos programáticos
1. Formulação Matricial do Método dos Deslocamentos.
a. Dedução da matriz de rigidez do elemento de barra de pórtico plano;
b. Definição da matriz de rigidez do elemento de barra de pórtico plano em coordenadas locais e globais, utilizando a matriz de transformação de coordenadas;
c. Definição do vector das forças, em coordenadas locais e globais;
d. Resolução do sistema e obtenção dos deslocamentos nodais;
e. Determinação das reacções e dos esforços;
f. Sistematização da formulação matricial;
g. Esquema geral de uma aplicação computacional;2. Linhas de influência de estruturas hiperestáticas.
a. Conceitos associados ao cálculo de linhas de influência;
b. Método directo para determinação de linhas de influência;
c. Método indirecto para determinação de linhas de influência;3. Introdução à análise plástica de estruturas
a. Hipóteses gerais;
b. Comportamento plástico em flexão;
c. Teoremas fundamentais da análise plástica;
d. Método de análise;
e. Exemplos de aplicação. - Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objectivos da unidade curricular
Capítulo 1 permite cumprir objectivo 1
Capítulo 2 permite cumprir objectivo 2
Capítulo 3 permite cumprir objectivo 3
- Metodologia de ensino (avaliação incluída)
A metodologia de ensino assenta em aulas teóricas e teórico-práticas, nas aulas teóricas introduzem-se os conceitos teóricos enquanto nas teórico-práticas promove-se a resolução de exercícios de aplicação e/ou o desenvolvimento de aplicações computacionais que ajudam à compreensão dos vários assuntos abordados.
AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS:
AVALIAÇÃO CONTÍNUA - 2 testes parciais + 1 trabalho.
NF= 0,6 × (T1 + T2) /2 + 0,2 × T + 0,2 × DT
AVALIAÇÃO POR EXAME (2 épocas) - exame final + 1 trabalho.
NF=0,6 × E + 0,2 × T + 0,2 × DT
Representando:
NF – Nota Final
T1 – Nota do 1º Teste
T2 – Nota do 1º Teste
E – Nota do Exame
T – Nota do trabalho
DT – Nota da discussão do trabalho
As provas escritas (teste ou exame) têm a duração de 2h30m. A nota mínima em teste é de 8,0 valores, no entanto a média dos testes tem de ser igual ou superior a 10 valores, tal como a nota do exame.
- Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objectivos de aprendizagem da unidade curricular
Nesta unidade curricular a leccionação assenta em aulas teóricas e teórico-práticas. Nas aulas teóricas são introduzidos os conceitos teóricos, enquanto nas aulas teórico-práticas promo-se a resolução de exercícios de aplicação, que se entende como uma boa metodologia para os alunos assimilarem os principais conceitos que são objecto de aprendizagem. Para algumas matérias os alunos são estimulados/desafiados a desenvolver aplicações computacionais com o objectivo de melhor consolidarem a aprendizagem dos conceitos em estudo.
O regime de avaliação na forma de testes parciais (avaliação contínua) ou exames finais permite aferir se a assimilação de conhecimentos foi alcançada, enquanto o trabalho prático permite aferir a evolução na aprendizagem dos conhecimentos e o desenvolvimento de competências pelos alunos.
- Bibliografia principal
- Ghali, A.M.Neville e T.G.Brown – Structural Analysis. A Unified Classical and Matrix Approach, 5ª edição, Spon Press, Londres 2003.
- Martha, Luiz Fernando, Métodos Básicos da Análise de Estruturas, Universidade Católica do Rio de Janeiro.
- Saouma, Victor E., Matrix Structural Analysis with an Introduction to Finite Elements, University of Colorado, 1999.
- Segadães Tavares, Análise Matricial de Estruturas, Curso 129, Edições LNEC, 1973.






